Após massacre em São Paulo, vereadores de João Monlevade abrem discussão sobre seguranças nas escolas

A reunião ordinária da Câmara de João Monlevade, realizada na tarde desta quarta-feira (13) começou com um minuto de silêncio pelas vítimas do massacre de uma escola estadual na cidade de Suzano, em São Paulo. Dois homens invadiram o local e abriram fogo a esmo, matando cinco alunos e duas funcionárias. Um tio de um dos autores da atrocidade também foi assassinado pela dupla.

Além do momento de reflexão, os parlamentares levantaram discussões sobre a segurança nas escolas de João Monlevade. “Esta situação de Suzano é prenúncio que isso [os assassinatos] pode acontecer em outros espaços públicos, inclusive aqui”, comentou Gentil Bicalho (PT).

Do mesmo partido, Belmar Diniz (PT) lembrou que os últimos debates sobre a segurança nas escolas de João Monlevade ocorreram quando o vereador Guilherme Nasser (PSDB) foi presidente da Casa. “Na época foi uma discussão ampla  com vários diretores de escola, educadores e a Polícia Militar. Encontramos algumas demandas, como instalação de portão eletrônicos e detectores de metal. Está na hora de se pensar se desejamos isso para nossa cidade.  Vamos trabalhar e agir. Uma proposta que tenho é implementação se serviços de empresas de segurança nas escolas”, disse.

Djalma Bastos (PSD) endossou os discursos dos colegas e acrescentou que é necessário fortalecimento espiritual e da família para evitar tragédias como a ocorrida nesta quarta-feira.

Fábio da Prohetel (PP) pediu uma reunião com representantes da secretaria de Educação para discutir o assunto. Ele lembrou que esta não é a primeira vez que demonstra preocupação com o assunto.

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