Divulgação/Seap

De forma pioneira, desde sexta-feira (15), todas as 197 unidades prisionais administradas pelo Estado passam por uma força-tarefa para a realização do primeiro censo do sistema prisional. De forma concomitante e em um único dia, todas as unidades farão a contagem dos seus internos e a conferência de informações relativas aos presos que constam nos sistemas utilizados para a gestão do sistema prisional, como o SigPri.

Todos os prontuários de detentos estão sendo conferidos um a um. Em caso de duplicidade de informações, os dados vão sendo corrigidos e as inconsistências reparadas. A ideia é qualificar os dados do sistema prisional, desde pequenos detalhes, como grafia do nome do interno nos sistemas ou data de nascimento errada, até informações equivocadas que possam constar no prontuário do preso.

Para fazer o censo, não houve movimentação de presos entre unidades prisionais, exceto os casos de escoltas hospitalares ou audiências. O dia foi reservado especificamente para as conferências individuais em cada cela.

Além da verificação dos dados, com a realização do censo, as unidades passarão a ter no sistema a localização física exata do preso dentro do presídio ou penitenciária, já que estão sendo verificados em qual cela e pavilhão determinado indivíduo está acautelado.

 

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