Fernando Pimentel volta a ser alvo de operação da Polícia Federal

O ex-governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, voltou a ser alvo, hoje (12), de uma operação da Polícia Federal (PF). Deflagrada nas primeiras horas da manhã, a chamada Operação Monograma investiga indícios de lavagem de dinheiro e falsidade eleitoral.

Com autorização da Justiça eleitoral estadual, policiais cumpriram dois mandados de busca e apreensão em endereços ligados a Pimentel, que administrou o estado entre 2015 e 2018. A Operação Monograma é um desdobramento da Operação Acrônimo, deflagrada em 2015.

De acordo com a PF, foram recolhidos nos locais documento e mídias, além dos valores em espécie em reais, euros, dólares e libras esterlinas. A polícia informou estar contando o dinheiro encontrado no apartamento de Pimentel, mas, segundo o delegado Marinho Rezende, que atua na investigação de crimes eleitorais, a estimativa é que o montante chegue a cerca de R$ 60 mil em moedas estrangeiras.

Em nota, o advogado Eugênio Pacellique faz a defesa do ex-governador Fernando Pimentel, criticou a nova operação da PF. “Estranhamos a medida, que se refere a fatos de 2014. E a Operação Acrônimo já adotou todas as medidas possíveis. Estamos contribuindo, colocando tudo à disposição, apesar do excesso que carateriza essa busca e apreensão”, informou.

Sobre o dinheiro recolhido no apartamento,  o advogado de Pimentel disse que “todos esses valores foram declarados ao IR, ou seja, comprovam a origem e respectiva regularidade fiscal”.

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