Unidades vão beneficiar famílias cuja renda é de até R$ 1,8 mil

Policiais militares e oficiais de justiça, de João Monlevade, estiveram na manhã desta sexta-feira (12), visitando os moradores do Bairro Planalto que estão ocupando ilegalmente 20 casas do Programa Minha Casa Minha Vida, do Governo Federal, que foram invadidas.

Segundo o major Jayme Alves, comandante da 17ª Companhia de Polícia Militar Independente, o objetivo do contato com os moradores em situação irregular, foi para notificá-los de que foram expedidas as ordens de reintegração de posse dos imóveis.

Esse primeiro contato com as famílias, com a participação da PM, foi para que eles tenham a oportunidade de deixarem as casas de forma espontânea.

Foi montado um Comitê Permanente de Crise, tendo como um dos membros a Polícia Militar, para realizar a desocupação.

Durante a visita desta sexta-feira foi entregue uma carta-convite aos moradores para que participem de uma reunião agendada para às 09h do dia 23 de agosto, com a Polícia Militar e demais integrantes do Comitê Permanente. O objetivo dessa reunião será para esclarecer as dúvidas e orientá-los sobre a desocupação e evitar um confronto, caso insistam em permanecer nos imóveis. “Haverá uma reintegração de posse, preciso que as pessoas que estão de maneira irregular ocupando algumas casas no Residencial Planalto comessem imediatamente a verificarem um destino para elas; casa de familiares, quem sabe um aluguel, mas se adequem. Já estou com as ordens judiciais e me proponho a ouvir um por um, e tudo que estiver ao alcance da Polícia Militar, pra ajudar, eu pretendo fazer. De fato não há outra alternativa a não ser, a de desocuparem os imóveis”, frisou o oficial.

Ainda segundo Jayme Alves, aquele que insistir em permanecer, além da invasão passará a estar na situação, em tese, do cometimento de crime de desobediência.

O comandante da PM destacou ainda que não há uma data definida da operação para a desocupação com uso da força policial, porque pretende conscientizar as pessoas à saída espontânea durante a reunião no dia 23. Depois dessa data a desocupação com uso da força militar poderá ocorrer dentro de um prazo máximo entre cinco e dez dias.

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