PROERD forma 280 alunos em João Monlevade

A formatura ocorreu no anfiteatro do Centro Educacional e reunião centenas de pessoas

Os alunos fizeram o juramento PROERD

Alunos de três escolas de João Monlevade receberam na noite desta sexta-feira (14), em uma cerimônia realizada no anfiteatro do Centro Educacional, certificados do Programa Educacional de Resistência às Drogas (PROERD), desenvolvido pela Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG).

Estiveram presentes ao evento o subcomandante da 17a Companhia de Polícia Militar Independente de João Monlevade, capitão Felipe Gaigher; o secretário da Secretaria de Educação, Teotino Damasceno Filho; vereador Leles Ponte, presidente da Comissão de Educação da Câmara, além de professoras, diretoras das escolas participantes e pais de alunos.

Segundo a Polícia Militar foram 280 alunos do 5o ano escolar, que estudam nas escolas municipais Germim Loureiro, Promorar e Cônego José Higino de Freitas.

As aulas do PROERD abordaram vários assuntos relacionados às drogas. Ao fim, por meio de redação, os alunos demonstraram os conhecimentos adquiridos com os instrutores do programa.

No decorrer da cerimônia, Teotino Damasceno e Leles Pontes entregaram medalhas e diplomas aos alunos e professoras de cada instituição que se destacaram no concurso de redação. A aluna Michele Efigência de Souza (E. M. Promorar), conquistou o primeiro lugar. O segundo lugar ficou com a aluna Isabele Fonseca Velentim (E.M.Cônego José Higino de Freitas).

A instrutora PROERD, a soldado Márcia, disse que o objetivo do projeto é afastar as crianças do mundo das drogas. “O principal ponto do Programa é a conscientização quanto às drogas, a violência, o bullying e todos os assuntos que prejudicam diretamente a vida dessas crianças, para quando forem adultas lembrarem do que elas aprenderam nas aulas”, pontuou  soldado.

A aluna Késsia Siqueira, 11 anos, falou sobre a importância do PROERD. “A importância do PROERD na minha vida é que eu sempre tenho que pensar em ficar longe das drogas, porque senão pode prejudicar minha saúde, a minha vida e da minha família”.

Marcele também de 11 anos, disse que “o programa ajuda a ficar longe das drogas que faz mal à nossa saúde, da violência, do bullying, ou seja, qualquer tipo de apelido que não agrada as pessoas. Se eu não gosto que façam comigo eu também não devo fazer com as outras pessoas”, disse a aluna

Julho 2017

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