Anvisa proíbe venda de marcas de palmito e suplemento alimentar

A agência de vigilância sanitária proibiu a fabricação e a venda de todos os lotes de suplementos alimentares produzidos por fabricante

Palmito: empresa deve recolher o estoque existente no mercado (jantroyka/Thinkstock)

 

A Anvisa determinou na última terça-feira (11) a proibição da venda e da distribuição de um lote de palmito de açaí em conserva da marca Imperador.

O LOT 043 (validade 15/04/2019) apresentou “resultados insatisfatórios nos testes de incubação e análise de rotulagem”, segundo um laudo da Fundação Ezequiel Dias (Funed) de Minas Gerais.

Segundo a Anvisa, a Indústria e Comércio Limitada, responsável pela fabricação do produto, não solicitou uma contraprova, o que tornou definitiva a suspensão do lote.

A empresa deve recolher o estoque existente no mercado. A medida foi publicada no Diário oficial da União.

Suplemento

No mesmo dia, a agência de vigilância sanitária também proibiu a fabricação e a venda de todos os lotes de suplementos alimentares produzidos pela empresa Vulgo, alegando que os produtos não possuíam registro de fabricante, nem marca aprovada.

São eles o módulo de L-glutamina para nutrição enteral das marcas TOP FUEL/VULGO, óleo de cártamo em cápsulas da marca VULGO; óleo de peixe “ômega 3” das marcas FISH OIL/TOP FUEL/VULGO; óleo de coco extra virgem em cápsulas. (Exame).

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