Sem estrutura para atender alunos em sala de aula, devido a problemas no telhado por conta das últimas chuvas, o campus da Faculdade de Engenharia da Universidade do Estado de Minas Gerais (FaEnge/Uemg) de João Monlevade precisou redistribuir as aulas dos universitários.

O professor e engenheiro José Rubenildo dos Santos, diretor da FaEnge/Uemg, disse que oito salas de aula foram afetadas, mas as atividades na universidade seguem em ritmo normal. O telhado foi quebrado no mês de outubro e, ainda conforme o diretor, um acordo entre a reitoria da Uemg e a unidade de João Monlevade foi selado para os reparos.

Informações não oficiais dão conta de que, além do problema no telhado, há há problemas elétricos e estruturais na  universidade e que, por conta disso, professores elaboram laudo técnico que apontam a necessidade urgente de reforma do local. O diretor da FaEnge, José Rubenildo, negou a informação.

Os problemas no campus da Uemge de João Monlevade afetam cerca de 300 alunos dos cursos de Engenharias Metalúrgica, de Minas, Ambiental e Civil.

Situação precária persiste

No início deste ano, alunos, professores e funcionários da FaEnge/Uemg, fizeram manifestações em protesto contra estrutura imprópria para uso na unidade, parcelamento e atraso dos salários e falta de investimentos. Na época a maior reclamação girou em torno dos cortes significativos no custeio básico da unidade de João Monlevade e a precarização financeira e estrutural da unidade.

Dívida gigantesca

Não só o campus da Uemg em João Monlevade está pedindo socorro. As demais unidades no Estado também enfrentam problemas financeiros e estruturais. Para tentar sanar um pouco a questão, a a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou nos últimos dias o Projeto de Lei 5.429/18 autorizando o Executivo a assumir o passivo financeiro das fundações ligadas à Universidade do Estado de Minas Gerais (Uemg), cuja dívida está estimada em R$ 100,7 milhões.

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