Os candidatos à Presidência da República neste ano não poderão ultrapassar o limite de R$ 70 milhões para custear suas campanhas.

A informação foi divulgada nessa quinta-feira (28), pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Antes, os candidatos e partidos podiam gastar quanto quisessem mas, desde setembro de 2015, entrou em vigor a nova legislação, elaborada pelo Congresso para reduzir os custos das campanhas.

Todo ano eleitoral, o TSE é responsável por estabelecer o teto de gastos. Para este ano, os valores já constam da lei aprovada no Congresso, durante a reforma eleitoral feita em 2017.

O teto atinge todos os cargos em disputa. Para governador, senador, deputado federal e estadual, o valor máximo depende do total de eleitores registrados em cada estado, até o dia 31 de maio deste ano.

Em Roraima, por exemplo, que tem o menor eleitorado do Brasil, os candidatos ao governo do estado poderão gastar no máximo R$ 2,8 milhões. Em 2014, por exemplo, as despesas de campanha de um dos candidatos em Roraima, ultrapassou R$ 8 milhões.

Já em São Paulo, unidade da federação com maior número de eleitores registrados, os candidatos ao governo poderão gastar no máximo R$ 21 milhões. Isso significa pouco mais da metade do que foi gasto pelo candidato vencedor na última eleição.

Para deputados federais, o texto foi fixado em R$ 2,5 milhões. E para deputados estaduais e distritais, o limite é de R$ 1 milhão.

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