A pouco menos de quatro meses das eleições municipais, o cenário político no Rio de Janeiro ainda está longe de se definir. Na capital fluminense, pelo menos oito candidatos despontam como aspirantes à Prefeitura.

Eduardo Paes (PMDB) está em seu segundo mandato e, como não poderá concorrer à reeleição, tentará provar sua força ao lançar Pedro Paulo, também do PMDB, como sucessor.

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Mas o caminho do ex-secretário executivo do Rio não será fácil: acusado de agredir sua ex-mulher, ele corre o risco de responder na Justiça pelo crime em um momento no qual se multiplicam no Brasil casos de violência contra a mulher ? como o estupro coletivo sofrido por uma adolescente na própria capital, em maio.

Se não bastasse, Paulo ainda pode sofrer com a imagem negativa que se formou em volta de Paes nos últimos meses, com a queda da ciclovia Tim Maia em abril e os atrasos nas obras dos Jogos Olímpicos.

Há ainda o recorde de casos de zika vírus na cidade, o que promete diminuir o número de turistas no Rio de Janeiro para acompanhar a competição.

Já seus principais concorrentes ficaram conhecidos pela atuação em votações do impeachment e de casos de corrupção.

O deputado federal Alessandro Molon (Rede) ganhou protagonismo ao participar do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados e confrontar seu rival estadual, o deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB).

Romário (PSB) também se destacou na CPI do Futebol, na qual foi presidente. Além da sua atuação como parlamentar, ele se envolveu em uma polêmica com a revista Veja, que o acusou de manter contas secretas no exterior. O Baixinho comprou a briga e saiu da Suíça com uma declaração desmentindo a publicação.

Ele competirá pela indicação do partido com Marcelo Crivella, que se filiou ao PSB em fevereiro de 2016 e abandonou o mandato de senador para disputar a cadeira de prefeito. Marcelo Freixo (PSOL) também chega com boas chances de passar a um eventual segundo turno.

Há ainda a deputada federal Jandira Feghali (PCdoB), que deve contar com o apoio do ex-presidente Luiz Inacio Lula da Silva na sua campanha eleitoral ? apesar da imagem abalada do petista, ele ainda aparece como nome forte da esquerda para 2018.

Com o cenário político tão fragmentado, as pesquisas de opinião tentam descobrir quais candidatos saem na frente no gosto do eleitorado. E o iG quer ouvir você. 

Hoje, qual político você gostaria de ver sentando na cadeira de prefeito?

Para isso, basta responder a pesquisa abaixo, realizada em conjunto com o instituto de pesquisas Dizgoo. Nela, o próprio usuário pode acompanhar, em tempo real, o resultado de algumas questões que fazem parte de nossos estudos e, assim, obter um termômetro do pensamento de outros cidadãos em relação a perguntas políticas.

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