Capim pode ser usado na contenção de encostas em João Monlevade

Rivaldo de Brito (Serviços Urbanos), Damião Teodoro de Castro (Obras), Murilo Freitas (palestrante), Marcelo Fernando (Defesa Civil), Fernanda Ávila (Meio Ambiente), Ronei Araújo (Meio Ambiente) e Eduardo Bastos (Planejamento) estiveram à frente dos trabalhos

Na última segunda-feira (12), na sede da inspetoria do CREA/João Monlevade, foi realizada palestra sobre a utilização do“capim-vetiver” como técnica de bioengenharia na recuperação de áreas degradadas.  A bioengenharia consiste em uma área científica que busca a mescla de conhecimentos de áreas distintas em busca de novas soluções.

A parceria firmada entre a Defesa Civil, as secretarias de Obras e de Meio Ambiente teve por objetivo apresentar a “Gramínea Vetiver” como alternativa para a contenção de encostas, margens de rios e áreas de risco. A palestra foi ministrada pelo estagiário da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Murilo Freitas de Santi.

O engenheiro civil Marcelo Fernando Ferreira Silva, chefe da Defesa Civil de João Monlevade, destacou a importância de técnicas alternativas para a contenção de encostas, buscando, assim, alinhar o município com as mais modernas técnicas de mercado, “ainda mais quando estas possibilitam a redução dos custos para o poder público”, ressaltou.

A secretária municipal de Meio Ambiente, Fernanda Ávila, salientou a importância das biotécnicas como alternativas para obras, de modo a propiciar um meio ambiente mais equilibrado para todos.

Segundo os especialistas, o “capim-vetiver” é bastante conhecido desde os mais remotos tempos da antiguidade, cultivado há pelo menos 6.000 anos, foi largamente propagado ao redor do mundo, pela importância na produção de óleo essencial aromático.

 

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