China admite pagar para estimular taxa de natalidade

Agora, a China. Considerado o país do filho único durante os últimos 38 anos, uma medida para evitar a explosão demográfica, o gigante asiático pode agora começar a pagar para as famílias terem um segundo filho.

Se você dissesse que isso podia acontecer na China há umas décadas atrás, acho que ninguém ia acreditar. A chamada política do filho único vigorou até janeiro do ano passado, quando o governo permitiu que os casais passassem a ter duas crianças. Achou-se que, assim, as pessoas se sentiriam incentivadas a aumentar a família. Mas não. A maioria das mulheres não quer ter mais de um, elas alegam que é muito caro.

Pesquisa realizada ainda em 2015 mostrava que 60% das famílias entrevistadas não estavam convencidas de que queriam produzir um segundo rebento. Entre as opções que estariam sendo avaliadas há prêmios para o nascimento ou subsídios às famílias. Mas um detalhe importante é que esta é primeira vez que as autoridades admitem um movimento ousado como este para estimular a taxa de natalidade no país.

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