Com casos confirmados de febre amarela na região, Monlevade prepara mobilização

É importante que a população se previna. Além de tomar a vacina, usar repelente e mosquiteiro

Na última sexta-feira (3), foi confirmada pela Secretaria de Estado de Saúde, a presença de febre amarela em um macaco encontrado morto na zona rural da cidade de Itabira. Além disso, também há confirmação da circulação do vírus entre primatas na cidade de São Gonçalo do Rio Abaixo.

Como João Monlevade está bem próxima dos dois municípios, o temor é de que a doença avance. Apesar de não haver nenhum caso de febre amarela em humanos, ações preventivas são intensificadas.

Informações da Assessoria de Comunicação da Prefeitura de João Monlevade dão conta de que no próximo dia 17 de março deve ser lançada campanha permanente de combate ao mosquito Aedes aegypti (que além de transmitir dengue, zika e chikungunya é o vetor da febre amarela). A ação conta com mobilização de várias secretarias.

A vacinação contra a doença também é intensificada nos postos de saúde de João Monlevade. As doses, também conforme informações da Assessoria de Comunicação são distribuídas diariamente e, à medida que vão se esgotando, a Gerência Regional de Saúde de Itabira (GRS) libera novas vacinas paulatinamente.

Outros casos

Com a confirmação de febre amarela em Itabira, a superintendente de Vigilância em Saúde na cidade, Thereza Cristina Oliveira Andrade, disse que a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES/MG) vai reclassificar o município no protocolo de intensificação e orientações sobre a vacinação de febre amarela, agora “Categoria 3” – municípios com casos/óbitos humanos ou epizootias confirmadas para febre amarela.

Além da cidade e de São Gonçalo, há ainda o registro de outros macacos encontrados mortos em cidades da região como Ferros, São Domingos do Prata e Santa Bárbara. Nesses municípios, os primatas ainda foram submetidos a análise. Já nas cidades de Barão de Cocais, Bom Jesus do Amparo e Conceição do Mato Dentro, onde também há registro de bichos mortos, a Fundação Ezequiel Dias (Funed) já analisa o material genético dos macacos.

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