Comerciantes, CDL e Polícia Militar vão implantar sistema de câmeras no centro da cidade

Caril Wellis de Paula Santos, Luiz Carlos Valente e o sargento Daniel, da Polícia Militar

Os diretores da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), de João Monlevade, Luiz Carlos Valente e Caril Wellis de Paula Santos, e o sargento Daniel, da Polícia Militar estiveram reunidos recentemente onde foi apresentado um estudo de viabilidade de utilização das imagens das câmaras de vigilância já instaladas nas lojas. As imagens captadas por elas serão transmitidas ao vivo para uma central da Polícia Militar.

O projeto é uma parceria entre comerciantes e a Polícia Militar da cidade, com apoio da CDL. Uma nova reunião, ainda a ser confirmada, deverá acontecer no dia 18, para apresentação de uma proposta de utilização de câmeras modelo Speed dome, que tem uma capacidade e resolução melhor que as convencionais, no entanto são bem mais caras. “Tentaremos o apoio dos comerciantes para que eles também usem as câmeras modelo Speed dome nos comércios, caso não consigam outras com menor qualidade de imagem também servirão”, disse o capitão Felipe Gaigher, subcomandante da Polícia Militar, responsável pela coordenação do projeto.

De acordo com os diretores da CDL, para a implantação do sistema foram adquiridos dois televisores e o sistema de internet para enviar as imagens em tempo real, até a central instalada no Quartel da PM. Os comerciantes serão orientados a posicionem os equipamentos em direção à rua, para se ter uma cobertura maior.

Segundo o subcomandante, o sistema de vigilância por câmeras na cidade chegou a duas vertentes. Uma com os comerciantes e outra com a Prefeitura da cidade. “O projeto com os comerciantes é menos burocrático e com a divisão dos valores entre eles e o apoio da CDL, acaba ficando mais em conta. Caminhamos com essas duas vertentes: comerciantes e prefeitura em relação ao projeto em questão”, disse o oficial.

Ao todo serão cerca de 24 câmeras cobrindo toda a extensão da Avenida Getúlio Vargas, em pontos estratégicos. Em caso de delitos, as imagens serão analisadas por um policial militar que irá direcionar as viaturas para a ocorrência. “As imagens também serão usadas de forma preventiva, ou seja, de modo que um operador direcione abordagens em indivíduos em atitude suspeita, por meio da verificação das câmeras em tempo real”, lembrou Felipe Gaigher.

Mesmo com o projeto com os comerciantes, entrando em operação, o sistema a ser implantado em parceria com a Prefeitura vai continuará sendo estudado. Segundo Felipe Gaigher, o custo desse projeto fica em torno de R$40 mil.

Julho 2017

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