João Monlevade: vacinação de crianças contra gripe está abaixo da meta

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza vai até o dia 30 de junho

Em meio à pandemia de coronavírus, a adesão à Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe desperta a preocupação da Secretaria de Saúde de João Monlevade. Isso porque, um dos públicos prioritários da campanha – crianças de 6 meses a 5 anos-, não atingiu a meta de vacinação. Conforme dados do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI), apenas 60% das crianças foram imunizadas na cidade.

A baixa adesão foi pontuada pela secretária adjunta de Saúde de João Monlevade, Andréia Peixoto, em pronunciamento na manhã desta sexta-feira (26). Ela enfatizou que é preciso procurar os postos de saúde até o próximo dia 30, quando termina a campanha. Ainda conforme Andréia, a vacina contra a gripe está disponível, diariamente, nas unidade de saúde da Policlínica, Novo Cruzeiro, Centro Social Urbano (CSU), posto dos bairros Santo Hipólito e Vila Tanque.

As gestantes também não atingiram a meta de vacinação na cidade. Das 676 grávidas, 450 foram vacinadas. O número representa 66% do público-alvo. Os dados são ainda mais preocupantes entre os adultos entre 55 e 59 anos. Apenas metade deles procuram os postos para a imunização (1.858 de 3.705).

Apesar da vacina contra a gripe não ser eficaz no combate à Covid-19, ela pode apoiar no diagnóstico de pacientes, uma vez que os sintomas das duas infecções são semelhantes, e é também uma maneira de resguardar o sistema imunológico contra a primeira, que também é uma doença respiratória.

Quem pode se vacinar

A vacina contra a gripe é disponibilizada aos idosos, crianças de seis meses a menores de 6 anos de idade; gestantes; mulheres com até 45 dias após o parto; pessoas de 55 a 59 anos; povos indígenas e profissionais da saúde.

Neste ano, também entraram no grupo outras categorias profissionais consideradas essenciais na pandemia, como caminhoneiros, motoristas e cobradores de transporte coletivo e trabalhadores portuários. Devem se vacinar também professores, agentes das forças de segurança, servidores do sistema prisional e pessoas com doenças crônicas ou condições clínicas especiais.

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