Um menino, de 12 anos, foi estuprado por um homem desconhecido no final da tarde da última quarta-feira (12). O crime foi registrado na cidade de São Domingos do Prata.

Segundo a polícia, foi acionada por uma funcionária de uma lanchonete que fica no centro da cidade. Ela disse aos policiais que a criança chegou ao estabelecimento dizendo que estava com fome e que teria sido privada de sua liberdade e levada a uma estrada de terra onde foi abusada por um homem desconhecido.

O menino contou aos policiais que entre as 17h e 18h, de quarta-feira (12), chegava em sua residência de bicicleta, e no momento em que iria guardar o objeto foi chamado por um rapaz branco, usando máscara e boné, em uma caminhonete grande de cor preta. O condutor parou ao seu lado e teria lhe oferecido um celular. Ele disse que entrou no veículo e o homem teria colocado a sua bicicleta na carroceria da caminhonete. Em seguida, deslocou sentido ao bairro Palmeiras e depois continuou por uma estrada de terra. Em dado momento o homem teria parado o carro e teria o obrigado a realizar sexo oral nele. Em seguida foi estuprado.

Após o ato a criança teria sido liberada e teve a bicicleta devolvida, sendo ordenada a ir embora.

Ontem (13), a polícia conseguiu contato com a mãe do menino, que alegou que, no dia do crime teria conversado com seus filhos no horário do almoço, tendo os orientado que na ausência dos pais não dessem atenção às pessoas estranhas e sobre o que estas pessoas poderiam fazer com eles.

Alegou ainda que seu filho tem saído de casa diversas vezes para andar de bicicleta na área de lazer sem o consentimento dela e que, no dia, estava aguardando o filho em casa para corrigi-lo, dada sua teimosia. Ela disse aos policiais que por volta das 17h40 o pai havia mandado o filho ficar em casa, tomar banho e ficar com sua irmã.

A polícia orientou que a vítima fosse levada até a Delegacia de São Domingos do Prata, para que fosse produzida uma guia para realização do exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML), de João Monlevade.

Até o momento nenhum suspeito foi identificado ou preso.

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