Djalma Bastos se despede da presidência da Câmara de João Monlevade

Djalma Bastos ficou na presidência da Câmara nos últimos quatro anos.

O vereador Djalma Bastos (PSD), atual presidente da Câmara de João Monlevade reuniu a imprensa na tarde desta terça-feira (18) para um bate papo. No encontro, ele se despediu do cargo da presidência, o qual ficou à frente por quatro anos e fez um balanço de sua gestão. Em primeiro de janeiro, a cadeira principal da Mesa Diretora será ocupada pelo vereador Leles Pontes (PRB).

Bastos, que é vereador há mais de 25 anos, defende a bandeira do meio ambiente e, quando presidente da Câmara, destacou que o projeto Broto da Vida é um dos quais mais lhe dá orgulho de ter colocado em prática. A proposta de disseminar a conscientização ambiental entre estudantes e a comunidade tem dado frutos. Na mesma vertente ambiental, Bastos destacou o apoio da Câmara na implantação da coleta seletiva na cidade e a regularização da produção de produtos de origem animal por meio do Serviço de Inspeção Municipal (SIM).

A instalação do Posto de Identificação na sede do Legislativo, com emissão diária de 30 Carteiras de Identidade, o fomento da comunidade na participação política com os projetos Câmara Mirim e Câmara da Melhor Idade e a ampliação da Casa devido o aumento do número de vereadores (que passou de 11 para 15) foram outras ações de destaque pontuadas por Djalma Bastos.

“Entrego o cargo com o sentimento de dever cumprido. Vou me dedicar a projetos pessoais e a novas propostas para a melhoria contínua de João Monlevade”, pontuou o vereador.
Para o ano que vem, Djalma prevê que o novo presidente possa enfrentar dificuldades devido ao arrocho financeiro do município, agravado pela falta de repasses do governo estadual.

Vontade de ser prefeito

Ainda durante o encontro, questionado sobre planos futuros na política, Djalma Bastos não escondeu a vontade de ser prefeito de João Monlevade. Segundo ele, as articulações dependem do desenrolar do próximo ano.

O parlamentar também defendeu que os vereadores devam receber um salário justo para trabalhar em prol do povo e criticou a proposta do colega Carlos Roberto Lopes (pastor Carlinhos – MDB) em reduzir os proventos da categoria. “Não existe isso de reduzir salário de vereador. Isso deveria ser revisto. Pode-se até diminuir o número de vereadores, voltando a 11. Mas reduzir salário, não”, disse enfático.

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