Eliminação da sétima barragem a montante é concluída pela Vale

As obras de descaracterização do dique 5 da barragem Pontal, em Itabira (MG), estão concluídas. A estrutura perdeu suas características de barragem a montante e não exerce mais a função de armazenar rejeitos. O trabalho foi executado com a adoção rigorosa de protocolos de prevenção à Covid-19.

Desde 2019, a Vale já eliminou sete barragens a montante no país. A mais recente, em julho, havia sido a barragem Fernandinho, em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. No total, quatro estruturas em Minas Gerais e três no Pará já foram descaracterizadas e reintegradas ao meio ambiente.

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Outras 23 estruturas, todas em Minas Gerais, terão suas características a montante eliminadas. Os projetos estão com ações em andamento e são acompanhados pelos órgãos reguladores, Ministério Público e auditorias técnicas independentes. A Vale reforça o compromisso assumido em 2019 de eliminar todas as suas barragens a montante no país, no menor prazo possível, tendo como prioridade a segurança das pessoas e do meio ambiente.

A conclusão da obra do dique 5 representa o avanço do Programa de Descaracterização e do comprometimento da Vale com uma abordagem mais transparente e segura na gestão de suas barragens. O cronograma do Programa de Descaracterização e demais informações sobre a gestão de barragens da Vale estão disponíveis e são permanentemente atualizados em www.vale.com/esg.

Dique 5 da barragem Pontal, em Itabira (MG), perdeu suas características a montante e não exerce mais a função de armazenar rejeitos.

Ações em Itabira

Com a conclusão da obra do dique 5 da barragem Pontal, que ainda será avaliada pelos órgãos competentes, agora, são duas estruturas a montante eliminadas somente em Itabira, que teve o dique Rio do Peixe concluído em dezembro de 2020. Além disso, a Vale vem executando outras ações preventivas para aumentar a segurança no complexo, como a implantação de reforço para o dique 4 e a construção da Contenção Coqueirinho, que tem como função reter os rejeitos dos diques Minervino e Cordão Nova Vista em caso de necessidade durante as obras nessas estruturas. Atualmente, cerca de 700 trabalhadores, a maioria deles de Itabira e região, executam as obras no complexo.

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