Enfermeiro leva casos do Hospital Margarida para evento nacional sobre feridas

O enfermeiro Fernando Pereira Chaves, funcionário do Hospital Margarida em João Monlevade, apresentou, no início de novembro, dois artigos no “V Simpósio Carioca de Feridas, II Jornada Carioca de Queimaduras e I Encontro Home Care em Foco”. O evento, no Rio de Janeiro, trouxe novidades que constam nas práticas clínicas e baseadas nas evidências cientificas, além de contribuir para o crescimento de informações, autonomia, responsabilidade e conhecimento técnico cientifico.
Chaves apresentou as comunicações: “O Uso de Pressão Negativa para Reconstrução Após Fasciíte Necrosante de Membro Inferior: Relato de Caso” e “Uso de Pressão Negativa no tratamento de Lesão Traumática: Relato de Caso”. Segundo o autor, os artigos foram produzidos a partir de experiências vivenciadas no Hospital Margarida, junto aos profissionais: Rita de Cássia Leão Pinto, Rozayane Maria de Souza, Sabrina Maria Diniz Moraia, Steffani Fontes Goulart Assis, Eduardo Carneiro Lopes, Fernanda Cristina Miranda Santos Rodrigues Castro, Jucilane Silva de Paula e Mariana Beddeti Bastos Mayrink.

​Para Fernando Chaves, as apresentações foram bastante positivas. “Fiquei feliz por se tratar de um trabalho nosso, uma experiência do nosso hospital, levada a um congresso de peso. Estamos em um dos eventos mais importantes do país na área de feridas”, destacou.

Segundo o profissional, mesmo em meio a tantos desafios e limitações de um hospital filantrópico, no interior de Minas, ainda é possível, mesmos com recursos escassos, prestar uma assistência eficaz aos nossos pacientes portadores de feridas. Tanto que o enfermeiro reconhece o empenho dos profissionais na excelência da prestação de serviço no hospital. “As críticas que recebi foram extremamente construtivas e relevantes para uma melhoria a cada dia”, frisou.

Para ele, os resultados dos procedimentos no Hospital são frutos dos trabalhos e esforços coletivos em prol da melhoria dos pacientes, ainda com as limitações estruturais, com dedicação e compromisso. “Lá fora, muita gente acha que os melhores tratamentos estão somente nos grandes centros urbanos e nos hospitais privados. Óbvio que, na maioria das vezes, nesses lugares temos mais recursos e tecnologia. Mas é preciso além disso, compromisso e dedicação ao paciente. Estou muito feliz em ter apresentado nossos trabalhos, espero que nossos pacientes continuem sendo bem assistidos e cuidados para que nos próximos congressos possamos levar mais da nossa história. Agradeço a confiança de quem direta ou indiretamente participou desses trabalhos”, disse.

 

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