A Prefeitura de João Monlevade, por meio da Divisão de Saúde Mental, realizou na tarde de terça-feira (4) o Fórum Intersetorial de Saúde Mental Infantil e do Adolescente.  O objetivo foi discutir e articular políticas públicas entre os diversos setores do município que trabalham com esse público. Esse foi o primeiro de quatro módulos que serão realizados sobre o assunto.

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O evento, realizado na sede do Executivo Municipal, foi aberto pelo prefeito Dr. Laércio Ribeiro (PT) e pelo vice-prefeito Fabrício Lopes (Avante), que elogiaram a iniciativa. “A saúde mental infantil é um tema muito relevante para a nossa administração. Estamos comprometidos em implantar políticas públicas nessa área”, destacou o prefeito.

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A coordenadora do setor de Saúde Mental de João Monlevade, Eliana Bicalho Almeida, salientou que o fórum é uma oportunidade de todos os envolvidos dividirem suas experiências. Ela argumenta que crianças e adolescentes estão em todo o lugar e não são responsabilidade só do Conselho Tutelar ou só da Educação.

“Além de compartilhar saberes, entenderemos até onde cada setor pode contribuir com seus serviços. Dessa forma, ao invés de empurrar responsabilidades para os outros, poderemos nos unir para cuidar das nossas crianças”, afirmou.

O fórum teve a participação da secretária de Saúde, Raquel de Paiva Souza Drumond, e dos profissionais que coordenam a Atenção Primária, Estratégia em Saúde da Família, Atenção Secundária e Saúde Mental.

A Secretaria de Assistência Social também esteve presente, incluindo os profissionais do Centro de Referência da Assistência Social (Cras) e do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas).

Outros setores que participaram foram a Fundação Crê-Ser, o Conselho Tutelar e os articuladores do programa Prefeito Amigo da Criança em João Monlevade e Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae). A Câmara Municipal foi representada pelos vereadores Belmar Diniz (PT), Marco Zalém Rita “Doró” (PSD) e Revetrie Teixeira (MDB).

Para os próximos fóruns, a Prefeitura quer envolver o Ministério Público, a Delegacia da Infância e da Adolescência, Conselho da Criança e do Adolescente e entidades privadas e pediatras da rede municipal de saúde.

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