Governo estuda criação de Plano de Saúde Popular

Proteste critica projeto porque usuário continuaria dependendo do SUS

Rio de Janeiro - Movimentos sociais, trabalhadores e usuários do SUS ocuparam o Ministério da Saúde (NERJ/MS), em defesa saúde pública e contra a privatização (Tomaz Silva/Agência Brasil)

Com o fim da Olimpíada no Rio, a programação do Em Conta volta ao normal. O assunto desta segunda-feira (22) é sobre uma proposta da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para a criação de um Plano de Saúde Popular que atenderia serviços mais simples, como as consultas, em troca de um pagamento mais acessível.

A Proteste – Associação de Consumidores, depois de reclamar, foi incluída pela ANS no grupo que vai discutir o assunto nos próximos 60 dias.

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A coordenadora institucional da Associação, Maria Inês Dolci, afirma que a Proteste é contra a ideia do governo. Para conferir a entrevista, clique no player acima.

“A Proteste tem uma visão crítica porque entende que o atendimento mais barato não vai resolver o problema do consumidor porque nos casos de procedimentos complexos ele vai continuar dependendo do Sistema Único de Saúde (SUS)”, critica a coordenadora da Proteste.

Este Em Conta também fala dos 28 milhões de segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), principalmente aposentados, que a partir desta quinta-feira (25) começam a receber a primeira parcela do décimo terceiro salário. A repórter Priscila Rangel, por sua vez, mostra a situação deficitária da Previdência Social.

O Em Conta– a economia que você entende- vai ao ar de segunda a sexta-feira, a partir de 12h40 na Rádio Nacional da Amazônia e de 10h40 na Rádio Nacional do Alto Solimões.  A produção é de Cleide de Oliveira. A edição e apresentação é de Eduardo Mamcasz.

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