Guedes atribui ao auxílio emergencial aumento do preço dos alimentos

Ministro da Economia, Paulo Guedes

O auxílio emergencial foi considerado o responsável pelo aumento dos preços dos alimentos e dos materiais de construção pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. Por isso, o chefe da equipe econômica do governo argumentou, nesta quinta-feira (12), que essa alta é transitória.

O IBGE informou que a inflação parcial de outubro registrou um aumento de 0,94% no IPCA, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo. Esta é a maior alta para o mês dos últimos 25 anos.

Os alimentos foram os principais responsáveis com um aumento de 2,24% nos preços. Entre os alimentos, os que mais pesaram foram os aumentos dos preços das carnes, com alta de 4,88%; do óleo de soja, 22%; e do arroz, 18%.

O ministro da Economia ressaltou que o governo está atento ao aumento nos preços e, assim como fez com o arroz, poderá reduzir alíquotas de importação para estimular a redução dos valores.

Paulo Guedes participou de um evento da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Questionado pelos empresários se haveria um novo auxílio emergencial em 2021, o ministro da economia disse que, caso venha uma segunda onda da pandemia, o governo deve estudar medidas semelhantes às adotadas para reduzir os impactos do coronavírus neste ano.

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