Hospital Margarida, em João Monlevade. Foto: Arquivo/O Popular

O setor da hemodiálise que atua no Hospital Margarida deve ser totalmente reestruturado. É o que garante o provedor do Hospital Margarida (HM), José Roberto Fernandes. Segundo o gestor, a reforma é um projeto antigo, grande e amplo.

José Roberto explicou que em parceria com prefeitura de João Monlevade, engenheiros do Executivo estão em fase de cálculo de custos do projeto para construção de uma nova sala para hemodiálise. “A intenção é mudar o atendimento da hemodiálise de onde está para uma nova sala. Queremos também reconstruir e reformar a ala da hemodiálise. Então será uma reforma com ampliação”, explicou o provedor.

A obra deve ser executada por etapas, liberando um setor novo para depois ser feita a reforma no setor antigo. O dinheiro para os serviços, segundo José Roberto, deve ser por meio de emendas parlamentares. “Temos contato com deputados que estão dispostos a viabilizar recursos, após isso vamos fazer o cronograma com prazo de entrega das obras e a planejaremos a forma que será realizada a obra”, pontuou o provedor.

A obra de melhoria do setor de hemodiálise é necessária devido ao aumento de demanda por atendimentos.  O setor, segundo o provedor, está com 100% da capacidade de atendimentos. A hemodiálise ocupa prédio do hospital. O maquinário – cerca de 35 -, aparelhos e quadro de funcionários são de responsabilidade e gestão da Uni Rim, clínica que opera a hemodiálise do Hospital Margarida há mais de 20 anos.

“Existem até casos de pacientes que precisam ser encaminhados para Belo Horizonte, por não ter vaga aqui. Esse projeto é para aumentar o número de atendimentos suprindo demanda para os próximos dez anos, aproximadamente. É um projeto bem extenso e bastante interessante”, finalizou o provedor.

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