Implantação de gestão coparticipativa em hospital de Barão é discutida

De acordo com Décio dos Santos, a requalificação do Hospital em uma Organização Social promoverá uma gestão compartilhada entre a OS e o Poder Executivo

O Hospital Municipal de Barão de Cocais pode ter gestão coparticipativa com o terceiro setor. A iniciativa é proposta em Projeto de Lei nº 11/2017, de iniciativa do Poder Executivo. Nesta semana, o assunto foi discutido em reunião extraordinária pela Câmara Municipal. No encontro foram ouvidos representantes da Prefeitura que deram mais detalhes do projeto que qualifica Organizações Sociais (OS) no município, além de discutir dúvidas e propor esclarecimentos.

Preocupados em garantir a análise minuciosa da questão e promover uma discussão positiva para a saúde pública da cidade, os vereadores fizeram pedido de vista para avaliar a possibilidade de uma emenda para ajustar arestas do projeto. Uma nova reunião extraordinária foi agendada para esta sexta-feira, dia 5, às 19h.

Com a presença na sessão do prefeito Décio dos Santos e do gestor de uma Organização Social, Dr. Ercílio Martins da Costa Júnior, foram elucidados questionamentos dos parlamentares e da sociedade acerca das garantias da continuidade e melhoria dos serviços prestados pelo Hospital Municipal.

Entre os aspectos ressaltados, estiveram a permanência do caráter público do Hospital, com 100% dos atendimentos pelo SUS. Também foi destacada questão ocupacional, reforçando-se que os servidores efetivos que lá trabalham assim continuarão. Os comissionados terão a oportunidade de continuar com a carteira de trabalho assinada, segundo afirmou o prefeito municipal.

De acordo com Décio dos Santos, a requalificação do Hospital em uma Organização Social promoverá uma gestão compartilhada entre a OS e o Poder Executivo, possibilitando o estabelecimento de metas e resultados a serem alcançados. Para o prefeito, “a saúde do município está em uma grave situação e essa é a única saída para buscar melhorias. A população não pode esperar mais”.

Os parlamentares reconheceram a importância de lutar por soluções para a saúde pública, em especial para o Hospital. Eles reforçaram a ambição do projeto, reafirmando, portanto, a necessidade de tempo para se analisar todos os seus elementos.

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