João Monlevade fechou o ano de 2017 com queda nos crimes violentos, conforme dados disponibilizados no balanço dos índices de criminalidade em Minas Gerais, elaborado pela Secretaria de Segurança Pública (Sesp), por meio do Observatório de Segurança Pública Cidadã.

Os levantamentos apontam que no ano passado foram registrados 349 roubos – redução de 21,7% quando comparado aos crimes de 2016 – quando ocorreram 446. Também houver queda de 17,1% dos furtos. Em 2017 foram 1.081 e, no ano anterior, 1.305 casos. As lesões corporais caíram 4% – passando de 321 casos em 2016 para 308 em 2017. O mesmo ocorreu com os casos de extorsão (queda de 71%) que de sete casos caiu para dois no ano passado, os estupros – de 13 para nove crimes- e estupros de vulneráveis – de sete  para cinco registros. O único crime violento que teve aumento foi o homicídio. Em 2016, 12 pessoas foram assassinadas e, em 2017, o número passou para 14.

Avaliação

O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Helbert Figueiró de Lourdes, acredita que os números da segurança são um marco para o estado. “No geral, esse resultado de 2017 não é comemorado apenas como uma simples redução nos índices. O resultado realmente representa um marco histórico de alteração na curva de tendência criminal no estado. A nossa perspectiva é de, no máximo, em 2018 ou 2019, devolver ao cidadão mineiro aquela tranquilidade para sair de casa durante o dia, durante a noite. Esse é o nosso objetivo e nós vamos trabalhar fortemente para isso”, disse.

O chefe da Polícia Civil, João Octacílio Neto, informou que a instituição está com um projeto de expansão das delegacias especializadas. “Recentemente, elevamos à Departamento de Meio Ambiente a Divisão de Meio Ambiente, com uma estrutura maior para uma atuação mais efetiva. Da mesma forma, criamos o Departamento de Crimes Patrimoniais, onde nós reeditamos as delegacias especializadas de furtos e roubos, roubos a bancos”, disse.

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