Nesta quarta-feira (8), por volta das 18h10, uma mulher procurou a Polícia Militar da cidade de Alvinópolis, para registrar um boletim de ocorrência, após ter sido vítima de um golpe.

Segundo a polícia, a vítima contou que há alguns dias, contatou através da internet, um site do banco para se fazer um empréstimo pessoal, através do número de telefone que lhe foi repassado.

Conforme foi acordado entre as partes, ou seja, a vítima e a correspondente do suposto banco, onde a tal atendente disse que realizaria um empréstimo pessoal no valor de R$ 38 mil, que seriam divididos em 120 parcelas de R$ 418,00, o que foi concordado entre as partes.

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Nesta quarta-feira a vítima disse que recebeu um telefonema da mulher dizendo que para que o empréstimo fosse feito e depositado em sua conta, ela teria que efetuar um depósito em dinheiro no Valor de R$803,90 em uma conta na agência do Banco do Brasil, em nome de outra mulher.

Minutos depois de fazer o depósito, a vítima recebeu nova ligação da suposta funcionária, alegando que o depósito estava errado, que a ela teria que efetuar outro depósito no valor de R$804,00, onde a atendente alegou que devido aos R$0,10 faltantes, o banco não aceitaria. A vítima então efetuou outro depósito no Banco do Brasil, desta vez em nome de outra pessoa.

Em seguida nova ligação da mulher solicitando que a vítima fizesse outros dois depósitos bancários, novamente na conta nos valores de R$870,00 e R$ 1050,00.

Após aguardar alguns dias, na expectativa que o empréstimo fosse creditado em sua conta, fato que não ocorreu, ela decidiu procurar a polícia.

Durante a confecção do boletim de ocorrência, vítima recebeu uma ligação da suposta funcionária, solicitando a mesma que efetuasse mais um depósito de R$ 3 mil, em contas diversas de outras pessoas, o que não foi feito. Durante a ligação a mulher teria ameaçado a vítima, alegando que iria enviar à sua residência um oficial de Justiça para cobrar a quantia.

Nesse momento, a vítima se deu conta de que havia caído em um golpe de estelionato, sendo orientada a não efetuar mais nenhum depósito e não atender mais nenhuma ligação da suposta funcionária.

Após uma pesquisa na internet a polícia constatou que o endereço que a autora havia enviado, no contrato, como sendo do banco, era falso.

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