Documentos foram apreendidos e alguns envolvidos prestaram depoimento e foram liberados

A Polícia Civil de Santa Bárbara, na Região Central do Estado, cumpriu na última sexta-feira (18), mandados de busca e apreensão na casa de pessoas ligadas a uma construtora investigada por contratos fraudulentos no valor de mais de R$ 300 mil com a Câmara Municipal da Cidade. A ação é um desdobramento da Operação Apollo 13, deflagrada em 2017, e que apura crimes de corrupção, falsificação de documentos e fraude em licitações na Câmara Municipal.

Desta vez, os alvo das investigações são contratos referentes a obras. Uma no ano de 2012, durante a presidência do então vereador Frederico Magalhães Ferreira, que está preso, e outra em 2015, quando o órgão era comandado por José Ladislau Ramos, que também está preso.

“Há indícios de que as duas licitações foram fraudadas para beneficiar a construtora investigada, no valor total de R$339.758,28”, explica o delegado Domiciano Monteiro, responsável pelas investigações da Operação.

Ainda segundo Monteiro, as investigações estão em andamento e, nas buscas, documentos foram apreendidos e alguns envolvidos prestaram depoimento e foram liberados.

A Câmara Municipal de Santa Bárbara informou que as denúncias referentes à Operação Apollo 13 foram encaminhadas ao plenário pelo atual presidente da Casa, Carlos Augusto Bicalho Fonseca. E que uma comissão processante analisa a conduta dos indiciados, especialmente no que diz respeito à quebra de decoro.

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