Pelo menos dois marginais são suspeitos de praticaram três assaltos seguidos em João Monlevade, na madrugada desta sexta-feira (24).

Segundo a Polícia Militar o primeiro caso foi registrado por volta das 0h40, quando os criminosos chegaram ao Posto de Combustíveis “Barrocar”.

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Um frentista do estabelecimento contou para a polícia estava conferindo a movimentação do caixa para encerrar o expediente, quando avistou um indivíduo cruzando a avenida Wilson Alvarenga, vindo em sua direção. De posse de uma arma de fogo o autor determinou que entregasse todo o dinheiro, sendo roubada uma quantia de R$550,00.

Após o roubo o marginal fugiu sentido a Rua Orozimbo Mamede.

Enquanto a polícia confeccionava o Boletim de Ocorrências, outro chamado de roubo, desta vez na Rua Afonso Pena, no Bairro República quando um casal que seguia para casa foi abordado por dois elementos, sendo que um deles de arma em punho, anunciou o assalto sendo roubado dois celulares das vítimas.

Minutos depois, mais duas pessoas que se encontravam conversando no interior de um veículo VW/Gol de cor preta, estacionado na Avenida Rodrigues Alves, foram vítimas de assalto. Segundo relatos delas para a polícia foram surpreendidas pelos criminosos, sendo um dos autores de arma em punho determinou que deixassem o veículo. Uma das vítimas chegou a resistir e foi agredida com um tapa no rosto.

De posse do veículo os marginais fugiram sentido ao Bairro de Lourdes.

De acordo com a polícia, foi realizado rastreamento pelos bairros, Novo cruzeiro, Estrela D’Alva, Planalto e Nova Monlevade, onde informações davam conta que um veículo com as mesmas características foi visto subindo pela Rua Nova York.

Das vítimas que estavam no veículo foram roubados, um celular e uma carteira contendo documentos pessoais.

Ainda segundo a polícia, até o momento o veículo não foi localizado e ninguém foi preso.

 

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2 COMENTÁRIOS

  1. João Monlevade: SALVE-SE QUEM PUDER!
    (pela primeira vez na vida eu FUI ASSALTADA)

    Nunca foi tão perigoso voltar para casa.
    Em 30 anos, após residir em grandes cidades como Rio de Janeiro e Belo Horizonte, esta última por mais de 8 anos e meio, jamais passou pela minha cabeça ser abordada de forma tão abrupta, violenta e humilhante, tendo uma arma de fogo apontada diretamente para o meu coração a menos de 10 cm de distância, na minha própria cidade: João Monlevade.
    Aqui nasci, cresci e escolhi viver.
    Por escolha e por amor à “minha terra”, no propósito de contribuir para o desenvolvimento da minha cidade e estar em família, retornei.
    Nesta noite, pouco mais de 23 horas, entre a instituição de ensino CERP (unidade do bairro República) e a sede do Jornal A Notícia, dois rapazes sob posse de uma arma renderam eu, meu namorado e um amigo empresário local.
    De nós roubaram o carro (Gol G6 série Seleção preto ninja – placa PUB 0944), bolsa, todos os documentos pessoais, celular, pertences, artigos de vestuário que se encontravam no veículo, a dignidade e o orgulho de ser monlevadense.
    Levaram o brilho dos olhos e a esperança de dias melhores.
    Deixaram apenas insegurança, desespero e decepção.
    João Monlevade, atualmente conhecida como “Cidade Violência”.
    Me chamo Alice Campolina, tenho 30 anos, sou comunicóloga social com especialização em publicidade e propaganda, cientista política, trabalhadora, filha e irmã de educadoras da rede pública.
    Sou cidadã monlevadense, e hoje, dia 24 de junho de 2016, sou mais uma sobrevivente de assalto à mão armada na minha própria cidade.
    Sou estatística.
    Salve-se quem puder!

  2. Infelizmente, enquanto tivermos leis brandas, que só beneficiam bandidos. Polícia desvalorizada, mal equipada, com veículos caindo aos pedaços, sem local adequado para atender a população, membros do poder judiciário, ministério público, defensores dos direitos humanos, que só pensam em proteger bandidos, a situação não há de melhorar e sim piorar.
    A própria população que é vítima desses marginais, não respeita a polícia, os tratam como sendo os verdadeiros marginais.
    Governos que não investem em educação e segurança.
    Façam uma visita na delegacia da policia civil e vejam com seus próprios olhos a situação precária que se encontra.

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