O retrato falado foi confeccionado ontem (5), em Belo Horizonte e divulgado com exclusividade pelo site O Popular

EXCLUSIVO:

A Polícia Civil, de João Monlevade, divulgou nesta terça-feira (06) o retrato falado do suspeito de agredir, estuprar e roubar uma universitária de 21 anos, próximo ao campus da Universidade Estadual de Minas Gerais (Uemg), no bairro Baú no dia 29 de setembro do ano passado. O crime ganhou grande repercussão após ser divulgado com exclusividade pelo site O Popular. Relembre o caso.

O site O Popular teve acesso, em primeira mão, do retrato que foi confeccionado por um especialista da Polícia Civil, em Belo Horizonte ontem (5). Uma equipe de investigadores de João Monlevade esteve acompanhando a vítima durante o trabalho que durou cerca de duas horas. Leia também.

Pelas características, o suspeito tem cerca de 1,70 de altura, aproximadamente 25 anos de idade e na ocasião do crime usava cordão de prata no pescoço, camisa preta, uma mochila nas costas e portava um revólver.

A delegada Camila Batista Alves, responsável pelas investigações, disse que uma equipe da delegacia está trabalhando incansavelmente neste caso na tentativa de prendeu o autor desse crime, que de acordo com ela é isolado. “Enquanto este crime não for solucionado, nós não vamos concluir as investigações. É bom ressaltar que esse caso foi específico e nós não registramos nenhum outro semelhante na cidade. Nós pedimos às pessoas que tiverem qualquer informação que possa ajudar a chegar até o autor, ligue aqui na delegacia no (31) 3851-2450 ou nos telefones 181 ou 190, que a Polícia Militar também já está avisada. Lembrando que não precisa se identificar”, disse a delegada.

No dia do crime era realizado, em João Monlevade, um show no Parque do Areão da dupla Jorge e Matheus e a polícia acredita que havia muitas pessoas de outras cidades da região, sendo que o suspeito pode ser, inclusive, de alguma delas.

A delegada disse que a vítima está recebendo todo apoio. “Estamos dando todo suporte para a vítima e as investigações continuam a todo vapor, mesmo que a gente não esteja divulgando o passo a passo, mesmo porque é tudo muito sigiloso. Essa investigação é a nossa prioridade aqui na delegacia. Na época do crime, tentamos levar a jovem até lá para a confecção do retrato falado, mas ela não apresentava condições por estar com o estado emocional muito abalado”, pontuou Camila.

A delegada lembrou ainda que no dia do crime houve registros de outros delitos na cidade, como assaltos e furtos, e que o autor do estupro possa ter praticado algum deles e que com a divulgação do retrato falado, outras vítimas possam ajudar a localizá-lo.

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