Polícia Civil lança “Lista de Adotantes”

No primeiro aniversário do Departamento Estadual de Investigação de Crimes contra o Meio Ambiente, PCMG cria banco de dados para adoção de animais domésticos

Foi lançada, nesta quarta-feira (5), pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), a “Lista de Adotantes”, em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente. Durante o lançamento, foi comemorado, também, o aniversário de um ano do Departamento Estadual de Investigação de Crimes contra o Meio Ambiente (Dema). A lista tem como objetivo criar um banco de dados de pessoas interessadas em adotar animais domésticos vítimas de maus tratos, resgatados em operações policiais.

A chefe de Divisão Especializada Operacional e titular da Delegacia de Investigação de Crimes contra a Fauna, delegada-geral Carolina Bechelany, explica que a pessoa interessada em se cadastrar pode comparecer ou ligar no departamento. “Os interessados devem informar nome, endereço, telefone e especificações do animal que tiver interesse em adotar”, detalha.

Crédito: Divulgação/PCMG

Após chegar à delegacia, os animais são encaminhados para parceiros de instituições de ensino superior, que oferecem os primeiros cuidados médicos veterinários. Lá, eles ficam durante cinco dias e são encaminhados para adoção.

“Após este período, entramos em contato com a pessoa que tem o perfil para aquele animal e ela é chamada na delegacia para uma entrevista. O objetivo é verificar se tem condições de criar aquele animal. Em caso positivo, o adotante assina um termo de responsabilidade e leva o cãozinho para casa, onde passa a ter um novo lar”, conclui a delegada-geral.

O chefe do Dema, delegado-geral Bruno Tasca, destaca que antes a sociedade contava apenas com uma delegacia para investigar crimes ambientais. “A delegacia foi elevada para nível de departamento e isso trouxe especificidades na investigação destes tipos de crimes”, avalia.

O Dema possui cinco unidades especializadas: a da Fauna, duas do Meio Ambiente, uma de Conflitos Agrários e uma Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos. “Essa estrutura trouxe autonomia em todos os sentidos, seja ela de recursos humanos, recursos logísticos e outros”, explica o delegado-geral.

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