Polícia escolta caminhoneiros em João Monlevade e movimento se dispersa

Homens das polícias Rodoviária Federal (PR) e Militar, realizaram uma operação conjunta por volta das 16h30 desta quarta-feira (30) no KM 361, da BR-381, em João Monlevade, onde muitos caminhoneiros estavam parados há 10 dias em greve. Ao todo mais de 40 policiais participaram da operação e não houve resistência parte dos manifestantes.

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A força policial ofereceu escolta aos motoristas para seguir viagem e boa parte deles deixou a manifestação. Um pequeno grupo continua resistente.

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Mais cedo, na passagem de um caminhão carregado com combustível escoltado por duas viaturas da Polícia Civil, os manifestantes tentaram barrar o veículo. Os policiais deram tiros de borracha para o alto para que manifestantes não impedissem a passagem da carga. A situação no trecho de João Monlevade ainda é tensa.

O tenente-coronel Fábio Barcelos e o subcomandante da PM de João Monlevade , capitão Felipe Gaigher, acompanharam a operação de desbloqueio da rodovia. “A PRF nos solicitou apoio para montamos uma operação em conjunto para que os caminhoneiros que quisessem seguir viagem o fizesse”, disse Barcelos.

A Polícia Rodoviária informou que já liberou pelo menos 742 pontos de bloqueios em rodovias de todo o país e que vai manter o policiamento na região do bloqueio em Monlevade para impedir que os caminhoneiros, que ainda ficaram próximo ao local, fechem a rodovia novamente.

Mais:

Depois de anunciar dois acordos com os caminhoneiros e ainda sem conseguir pôr fim à paralisação, o governo federal contra-atacou e passou a culpar o que chama de “infiltrados” e afirma que os protestos restantes nas estradas são “manifestações políticas”.

O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou na terça-feira (9) que os representantes de caminhoneiros que negociaram com o Palácio do Planalto afirmaram que da parte deles a greve foi encerrada.

“O que temos hoje são manifestações que envolvem populares, que envolvem outras pessoas que não caminhoneiros, e também, em alguns casos, caminhoneiros, óbvio. E o cunho da manifestação extravasa as questões e reivindicações dos caminhoneiros e ganha já um corpo de manifestações políticas”, afirmou o ministro.

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