O programa do governo federal de habitação popular ‘Minha Casa, Minha Vida’ virou caso de polícia em João Monlevade, após uma série de problemas em imóveis novinhos do Residencial Planalto e uma chuva de denúncias com suspeitas de irregularidades. A maioria das fraudes é de casas alugadas ou vendidas ilegalmente pelas famílias beneficiadas.

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A Polícia Federal deve entrar no caso para fazer a reintegração de posse dos imóveis. Quem vende é obrigado a restituir o dinheiro e não pode mais participar de nenhum programa. E quem compra, perde a casa.  Nesta semana, na Prefeitura de João Monlevade, uma reunião sobre o assunto com representantes do Executivo, Câmara, Caixa, Emcasa (responsável pela construção dos imóveis) e comissão de moradores do Residencial Planalto, tratou sobre a questão.

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Além da venda irregular dos imóveis, outro problema grande no programa em João Monlevade é em relação a alguns loteamentos que foram invadidos. O caso já está na Justiça e em até dois meses as famílias invasores devem deixar os imóveis. Uma comissão tenta acordo para que a desocupação seja feita de forma pacífica. Para isso, a EmCasa teria disponibilizado um caminhão de mudanças para as famílias.

A chuva de problemas não acaba por aqui.  Tem também irregularidades na entrega dos documentos. Famílias podem ser desligadas do programa por terem renda superior a R$ 1.600,00 e já terem casa própria. Os envolvidos podem responder por falsidade ideológica e até perder as casas. Se isso acontecer, as unidades são repassadas. Os envolvidos estão sendo chamados para prestarem esclarecimentos. Hoje, são mais de 100 famílias na lista de espera por moradia na cidade.

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