Pelo menos dez pessoas foram presas pela Polícia Federal acusados de participar de um esquema de fraudes no recebimento do seguro-desemprego.

A ação desta segunda-feira (15) foi a segunda fase da Operação Mendacium.

Ao todo, foram 21 mandados de prisão preventiva e 12 de busca e apreensão em três estados: São Paulo, Goiás e Bahia.

A investigação começou em 2017 a partir da denúncia de um trabalhador que descobriu que um desconhecido estaria recebendo o seguro-desemprego dele.

A partir dessa denúncia, a Polícia Federal chegou a 408 empresas fantasmas que registravam trabalhadores inexistentes para depois demitirem e receberem o seguro-desemprego.

Segundo a delegada responsável pelas investigações, Sabrina Freitas, a falsificação dos documentos era bem feita e mostrava que algumas das pessoas que supostamente trabalhariam nas empresas sequer existiam.

Segundo os investigadores, entre 2015 e 2019 a organização criminosa recebeu mais de R$ 20 milhões relativos ao seguro-desemprego fraudulento.

A Justica conseguiu o bloqueio de R$ 10 mihões de parcelas do benefício a vencer que os criminosos sacariam.

Os presos serão encaminhados ao sistema prisional estadual, e responderão pelos crimes de formação de organização criminosa e estelionato.

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