O prefeito elogiou a participação da da população

O simulado de rompimento de barragens em São Gonçalo do Rio Abaixo, na tarde de ontem (3) reuniu 2.674 pessoas,  segundo os números apresentados pela Defesa Civil. Segundo órgão, 2.444 pessoas seriam afetadas em caso do rompimento da barragem Sul Superior da Mina de Gongo Seco, em Barão de Cocais. A mobilização foi tão grande que o número de pessoas que participaram do simulado e das palestras preparatórias foi maior do que o da população que poderia ser atingida.

O tempo gasto para que todas as pessoas saíssem da mancha de inundação com segurança ficou em 46 minutos. O efetivo empregado na operação foi de 452 pessoas, 70 veículos, duas aeronaves e 10 ambulâncias. Ainda segundo os números apresentados, 36 pessoas precisaram de atendimento médico durante o simulado, mas nenhuma foi hospitalizada.

Segundo o tenente-coronel Flávio Godinho, coordenador da Defesa Civil Estadual, o sucesso do simulado se deve principalmente ao apoio da Prefeitura de São Gonçalo do Rio Abaixo. “Isso serve de exemplo para todos os municípios onde formos fazer o simulado. A prefeitura ajudou muito, principalmente decretando feriado na data do treinamento”, afirmou.

O coordenador da Defesa Civil Municipal, Sebastião Romualdo Pereira, se disse satisfeito com o resultado de todo o processo de simulação de situação de emergência com barragem. “Parabenizo todos os são-gonçalense que entenderam que eles são os principais atores desse treinamento. Deixo claro que o processo não se finda com o simulado, mas se aperfeiçoa a cada dia. Defesa Civil somos todos nós!”, destacou Sebastião.

O prefeito de São Gonçalo do Rio Abaixo, Antônio Carlos Noronha Bicalho, agradeceu aos moradores pela participação em massa no simulado. “O treinamento trouxe transparência e tranquilidade para todos os moradores. O que eu puder fazer de bem para a nossa cidade, vou fazer. Já enviamos para o legislativo um projeto de lei que pede um posto de comando no município, o que visa evitar o que ocorreu no dia 22 de março, quando a sirene foi acionada de forma errada e causou pânico nos moradores. A nossa população não merece passar por isso”, enfatizou o chefe do Executivo.

Fotos: Atila Lemos

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