Postos de combustíveis não reduzem preço da gasolina e consumidores se frustram

A mudança na operacionalização desse serviço este ano foi determinada pela prefeita Simone Carvalho Moreira, para melhorar a gestão e controlar os gastos de forma mais eficiente

O preço da gasolina frustrou a expectativa do consumidor, que esperava economizar após o anúncio de queda nas refinarias. O preço nos postos se manteve ou até teve aumento em algumas cidades.

O anúncio da mudança na política de preços da Petrobras feito na última sexta-feira (14) trouxe esperança de preços menores ao consumidor. Segundo a empresa, a alteração traria 1,4% de redução no preço da gasolina na bomba, cerca de R$ 0,05 centavos por litro. A mudança entrou em vigor no sábado (15).

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Segundo o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de Minas Gerais (Minaspetro), a explicação para a redução no valor não chegar ao consumidor é a alta do álcool anidro, 27% da composição da gasolina. A afirmação é contestada pela O Sindicato da Indústria de Fabricação do Álcool no Estado (Siamig).

O aumento de 4,8% sobre a participação do álcool anidro refletiria em 1,3% de alta no preço do litro do combustível misturado. Como o “desconto” dado pela Petrobras foi de 3,2%, ou seja, superior ao aumento do álcool, o esperado após um encontro de contas era retração de 1,9% no preço. O que não aconteceu.

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