Manifestantes foram até a Câmara de Vereadores para acompanhar a votação do projeto que previa aumento do salário do prefeito (Rodrigo Andrade/DeFato)

Uma recomendação da Curadoria do Patrimônio Público do Ministério Público de Itabira adiou a votação do projeto de lei que reajustaria os salários do prefeito e ocupantes do primeiro escalão da Prefeitura da cidade a partir do ano que vem.

O projeto que até então tramitava na Câmara apontava que o salário do futuro prefeito Ronaldo Magalhães (PTB) passaria dos atuais R$ 18.739,62 para R$ 23.670,00. O da vice Dalma Barcelos (PDT) subiria de R$ 9.369,64 para R$ 12,9 mil. Os vencimentos dos secretários municipais passariam de R$ 7.933,75 para R$ 12,9 mil.

Na recomendação, o promotor Renato Ferreira aponta inúmeros fatos que indicam dificuldades econômicas do município e solicita que seja apresentado um estudo de impacto financeiro que viabilize a medida. Além disso, a polêmica matéria ganhou outra novidade. Um substitutivo passou a tramitar no Legislativo, na matéria, o prefeito não terá mais reajuste. Já o salário da vice e dos secretários ficariam em R$ 11,5 mil.

Manifestantes foram até a Câmara de Vereadores para acompanhar a votação do projeto. Eles  levaram cartazes, apitos e alguns colocaram narizes de palhaço. Porém, de imediato, o presidente Rodrigo Diguerê (PV) citou o posicionamento do Ministério Público e avisou que a matéria não seria votada na última terça-feira (6).

Caso o estudo de impacto financeiro solicitado pelo Ministério Público chegue à Câmara até a terça-feira que vem, 13 de dezembro, é provável que a matéria do reajuste entre novamente na pauta de votações na próxima semana. (DeFato).

 

 

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