Uma fiscalização realizada em março, por determinação do Ministério Público. Foto: Arquivo/O Popular

A Prefeitura através do Setor de Trânsito e Transporte (Settran) finalizou no dia 30 de novembro o cadastramento dos moto-taxistas, que receberão a concessão para prestação de serviços de moto-táxi em João Monlevade.

Para as 80 placas licitadas em junho, participaram da licitação 42 concorrentes, e 37 foram habilitados. A Prefeitura informou que como parte do processo de cadastramento, o Settran realizou vistoria nas motos dos motociclistas que venceram a licitação e foram selecionados para receber as placas.

Agora, eles terão 30 dias para contratação de um serviço de seguro. “Com esta etapa, o Settran praticamente concluiu todo o processo da concessão de novas placas, além das 118 que já foram disponibilizadas e estavam rodando” informou a Prefeitura.

Após a regulamentação dos motociclistas que passaram pelo processo licitatório, afim de explorar o serviço de transporte de passageiros, a Prefeitura deve iniciar uma nova fase de fiscalização contra moto-táxis clandestinos. A primeira blitz está programada para janeiro de 2019 e terá caráter coercitivo.

Uma fiscalização realizada em março, por determinação do Ministério Público, é que resultou na licitação. Após denúncia do aumento de serviço clandestino de moto-táxi, o MP determinou a realização de uma blitz.

Na ocasião, os moto-taxistas criticaram a prefeita Simone Moreira, que teria se comprometido a regulamentar quem ainda não possuía placa, antes de endurecer a fiscalização. Aproximadamente 50 motociclistas estiveram na Prefeitura promovendo um buzinaço em protesto contra a ação.

Em reunião com os motociclistas, Simone Moreira prometeu fazer o possível para tirá-los da clandestinidade através da licitação

“A prefeita cumpriu o que foi prometido à categoria, de modo que não existe mais desculpas contra uma fiscalização que procura garantir a segurança da população”, argumento a Prefeitura. Além disso, a administração entende que novas blitz farão justiça aos profissionais que estão cumprindo a lei.

Fonte: Everton Elias/Jornal Diário do Vale

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