A Prefeitura de João Monlevade vai contribuir com recursos para a construção do Instituto Médico Legal (IML). Em reunião realizada nessa quarta-feira (11), na Associação dos Municípios da Microrregião do Médio Piracicaba (Amepi), ficou definido que parte do valor necessário para construção do IML será rateada entre os municípios que são cobertos pela 4ª Delegacia Regional da Polícia Civil.

O encontro dessa quarta-feira foi organizado pelo Conselho Comunitário de Segurança da Região 1 (Comsep -1), que tem conduzido a questão junto aos órgãos responsáveis. Uma nova reunião será realizada para analisar as planilhas de custo da obra e definir o valor que caberá aos municípios. Já está definido que o Governo de Minas Gerais vai destinar R$243 mil para o IML, oriundo de um acordo judicial com a mineradora Vale.

Participação

Participaram da reunião, o vice-prefeito e secretário de Desenvolvimento Econômico de João Monlevade, Fabrício Lopes (Avante), o Promotor de Justiça, Gabriel Costa de Jesus, o Delegado Regional Bernardo de Barros Machado a secretária Executiva da Amepi, Christiane Linhares Valle, representantes das Prefeitura de Nova Era, Rio Piracicaba, Alvinópolis e os vereadores monlevadenses Marquinho Dornelas (PDT) e Fernando Linhares (DEM) e vários médicos legistas.

Fabrício Lopes salientou que o IML é um serviço relevante para o município e para toda a região e a Prefeitura está empenhada com a construção do espaço. “É algo que também estamos comprometidos, juntamente com os demais municípios e a Polícia Civil”, afirmou.

Compromisso

O prefeito Dr. Laércio Ribeiro, embora não tenha participado, por ter viajado para Brasília-DF, destacou que seu governo está ciente das questões que envolvem a ausência de um IML no município e que trabalha junto aos demais órgãos para saná-las. “O nosso governo vem participando das discussões e não pretendemos fugir da parte que cabe à nossa cidade”, declarou.

O IML será construído em um imóvel ao lado da Policlínica (antigo PA). O espaço foi cedido pelo município ao Governo do Estado em 2019, por meio de uma sessão de uso, de autoria do Executivo Municipal e aprovada pela Câmara de Vereadores.

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