Prefeitura e Sintramon avançam nas propostas sociais, mas contraproposta de índice econômico é de 5,38%

No ano passado o reajuste salarial para o funcionalismo foi 5,38%. Várias reuniões para tratar a questão foram realizadas

Representantes da Prefeitura de João Monlevade e do Sintramon (Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público de João Monlevade) chegaram a se reunir nos últimos dias 7 e 28, na sede da Prefeitura, para discutirem sobre as negociações envolvendo cláusulas sociais e econômicas. Os representantes de ambas as partes entendem que os dois encontros aconteceram de maneira cordial e respeitosa.

Preliminarmente, chegou-se a discutir e a entrar em acordo com relação a várias cláusulas sociais, inclusive sem a eliminação do acordo vigente. Pelo contrário: houve ampliação de benefícios. Os entendimentos mostram também que as homologações, por ocasião das rescisões, reivindicadas pelo Sintramon, passarão a ser feitas na sede do Sindicato.

Quanto à cláusula econômica, a Prefeitura propôs recomposição de 5,38%, que equivale ao índice inflacionário. O Sintramon respondeu que analisaria os dados econômicos apresentados pela Administração, e chegou a falar em nova proposta de 14% de reajuste, e não de 25%, como apresentado inicialmente. O assunto foi levado à assembleia da categoria, ocorrida na noite de ontem, 29, no Anfiteatro do Centro Educacional, com cerca de 100 (cem) pessoas, que, até então, por maioria, reprovaram a proposta. O Sintramon quer uma nova rodada de negociações.

A posição da Secretaria de Fazenda da Prefeitura, durante toda a discussão, foi na direção de valorização e respeito. “Entendemos que oferecemos o máximo que o Município pode dar. O atendimento às reivindicações passa por limites de gasto e capacidade de pagamento”, disse a secretária da pasta, Luciana Carvalho. “Sou a favor de elencar prioridades e medir as consequências”, disse ela.

Luciana salientou que “prioridade é valorizar o funcionalismo não só com um aumento, mas também com o pagamento em dia, sem atrasos e sem parcelamentos”. A secretária ressaltou que “não precisamos ir muito longe para percebermos que não são todos os governos que têm este compromisso. Não dá para dar tudo a todos; mas dá para identificar o que é mais importante e focar os recursos por aí”, concluiu Luciana Carvalho.

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