Presídio de João Monlevade passa por avaliação do Departamento Penitenciário de Minas

Na semana passada, o presídio de João Monlevade e as outras 196 unidades prisionais administradas pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), passaram pela segunda edição do Censo Prisional. A iniciativa tem como objetivo realizar a contagem dos internos e conferir informações relativas aos presos que constam nos sistemas utilizados para a gestão do sistema prisional, como o SigPri, por exemplo.

Todos os prontuários de detentos foram conferidos um a um pelas equipes de cada unidade prisional. Em caso de duplicidade de informações, os dados serão corrigidos e as inconsistências serão reparadas. A ideia é qualificar os dados do sistema prisional, desde pequenos detalhes, como grafia do nome do interno nos sistemas ou data de nascimento errada, por exemplo, até informações equivocadas que possam constar no prontuário do preso.

No primeiro censo prisional, realizado em março deste ano, foram verificadas 1.490 inconsistências nas 197 unidades prisionais. A ideia é que, a cada censo realizado, o número de divergências encontradas seja cada vez menor.

Objetivo é alimentar cada vez mais detalhadamente o sistema de gestão prisional para melhor atendimento ao preso e realização eficiente de políticas públicas

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