PRF e Ministério Públicos vão combater juntos o crime organizado

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e a a Polícia Rodoviária Federal (PRF) firmaram um acordo de colaboração técnica para a troca de informações e o desenvolvimento de ações de combate ao crime organizado.

Anúncios

O Termo de Cooperação Técnica (TCT) foi assinado pelo procurador-geral de Justiça, Antônio Sérgio Tonet, pelo superintendente Regional da PRF em Minas Gerais, Paulo Henrique de Urzeda Mota, pela coordenadora do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), procuradora de Justiça Cássia Virgínia Serra Teixeira Gontijo, e pelo coordenador do Gabinete de Segurança e Inteligência (GSI), procurador de Justiça Denilson Feitoza Pacheco.

Continue lendo após o anúncio

O acordo permitirá cooperação e integração de esforços entre as instituições por meio de intercâmbio de informações e de trabalho articulado, de forma a auxiliar o MPMG no combate ao crime organizado.

“Esse acordo prevê a participação da PRF em tempo integral no Gaeco. Com isso, haverá maior troca de informações que nos ajudarão a desenvolver e realizar ações de combate ao crime organizado”, disse a coordenadora do Gaeco, Cássia Vírgínia Gontijo. Para a procuradora de Justiça, o trabalho conjunto vai ajudar o MPMG a intensificar as ações de combate às essas organizações.

O superintendente Regional da PRF em Minas Gerais, Paulo Henrique de Urzeda Mota, também salientou a importância do TCT para a segurança pública no estado.

“A Polícia Rodoviária Federal está sempre incumbida de oferecer à população segurança pública. Esse acordo de cooperação técnica vai ao encontro desse objetivo, uma vez que vamos unir forças e conhecimentos para uma concatenação de ações, a fim de combater organizações criminosas que têm importunado a vida do cidadão em Minas Gerais”, afirmou.

Sobre a atuação conjunta, o procurador-geral de Justiça, Antônio Sérgio Tonet, disse que é uma marca do MPMG. “Cada um tem sua missão, mas é preciso ter um elo, uma integração entre as instituições”, disse.

Em seguida, mencionou alguns casos difíceis em que atuou. Na época, segundo ele, só houve avanço quando as instituições atuaram de forma integrada. “Só quando conseguimos unir todo o trabalho, que a coisa andou e deu resultado”, disse. Para o procurador-geral de Justiça, ter a Polícia Rodoviária Federal com o Gaeco ajudará as duas instituições a potencializ o trabalho de combate ao crime organizado.

Anúncios
Publicidade

DEIXE UMA RESPOSTA

Digite seu comentário!
Digite seu nome aqui