Por uma hora, o Procon acompanhou uma cliente, a partir do momento que ela entrou na fila.

Funcionários do Procon de João Monlevade, órgão vinculado à Assessoria Jurídica da Prefeitura, realizaram diligências em duas agências bancárias do município, na manhã de segunda-feira (2). O objetivo foi averiguar denúncias de irregularidades nas filas, para ter acesso ao atendimento.

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A coordenadora do Procon, Rosa Cecília Machado Otoni de Barros, foi quem dirigiu os trabalhos. Ela explicou que a visita aos bancos foi programada, após o órgão receber denúncias e reclamações de que as pessoas estão ficando até três horas nas filas.

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“Hoje o nosso trabalho foi constatar as irregularidades. Abordamos os gerentes de cada agência para solicitar medidas que permitam aos bancos solucionar os problemas”, resumiu Rosa Barros

As primeiras agências visitadas foram as do Banco Mercantil, Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal. Ainda serão visitadas as agências do Itaú, Santander e Bradesco.

Durante as diligências, funcionários do órgão ouviram relatos de usuários dos bancos que se queixaram de permanecer até quatro horas para serem atendidos. Por uma hora, o Procon acompanhou uma cliente, a partir do momento que ela entrou na fila. Após este intervalo de espera a pessoa sequer conseguiu chegar na porta do banco.

“É um período muito longo para esperar um atendimento. Ouvimos relatos de pessoas que dizem ter ficado ainda mais tempo nas filas para serem atendidas”, disse a coordenadora do Procon.

Rosa Barros informou que nas reuniões com os gerentes, eles alegaram que enfrentam algumas limitações devido a pandemia, fato que reflete no atendimento e como consequência resultam em longos períodos de espera.

Diante das alegações, o Procon deu um prazo de dez dias úteis para que as agências apresentem soluções para as filas. Caso contrário as agências serão notificadas e multadas.

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