Professores da rede estadual de ensino decidem amanhã de continuam com a greve em João Monlevade

A greve dos trabalhadores da educação de Minas Gerais continua por tempo indeterminado. Os profissionais decidiram, na semana passada, depois de uma assembleia feita no pátio da Assembleia Legislativa (ALMG), que o movimento, iniciado no dia 8 de março, permanecerá.

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A categoria reivindica o cumprimento do acordo salarial estipulado pelo governador Fernando Pimentel (PT), em 2015. Em João Monlevade quatro escolas aderiam ao movimento grevista. São elas: Escola Estadual Dona Jenny Faria, Escola Estadual Luis Prisco de Braga, Escola Estadual Geraldo Parreiras e Escola Estadual Alberto Pereira Lima.

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Segundo apurou o site O Popular, apenas a Escola Luiz Prisco de Braga retomou parcialmente as atividades e que uma nova assembleia será realizada manhã às 16h para definir se os educadores monlevadenses voltam ao trabalho.

Os educadores buscam o cumprimento de um acordo com o governo do Estado que estipulava três atualizações nos salários (2016, 2017 e 2018), além do pagamento de abonos, para que este ano a categoria equiparasse os vencimentos mínimos por uma jornada de 24 horas ao piso nacional aplicado no Brasil. Além disso, o sindicato também questiona o parcelamento dos salários, do 13º salário, a ausência de repasses para o Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (IPSEMG), passivos da carreira, férias-prêmio para quem aposentou, entre outros problemas.

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