Professores da rede estadual de ensino continuam em greve por tempo indeterminado. Essa foi a decisão aprovada na Assembleia Estadual do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG), que reuniu educadores nesta quinta-feira, em Belo Horizonte. A greve teve início em 11 de fevereiro, um dia após o início do ano letivo.

Em João Monlevade, algumas escolas aderiram ao movimento de forma parcial. São elas: Jenny Faria, Luiz Prisco, Alberto Lima e João XXIII. A greve atinge a sua totalidade da escola Parreiras e, a Antônio Papini, está quase toda parada. As informações são do Sind-Ute, unidade de João Monlevade.

Os educadores reivindicam que os deputados estaduais derrubem o veto do governador Zema às Emendas ao Projeto de Lei (PL) 1.451/2020, que garantem isonomia salarial a todo funcionalismo público e o Piso Salarial Profissional Nacional à Educação. Está marcada uma nova assembleia, que ocorrerá em 18 de março, para nova rodada de discussão do assunto.

A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG) reafirma que respeita o direito constitucional de greve dos servidores da Educação do Estado e reitera que tem mantido um diálogo franco e aberto com representantes sindicais.

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