Professores do Luiz Prisco aderem à greve da rede estadual

Escola Estadual Luiz Prisco de Braga

Os professores da escola estadual Luiz Prisco de Braga, de João Monlevade, aderiram à greve da rede e cruzaram os braços nesta segunda-feira (12). Um comunicado sobre a paralisação foi enviado aos pais na semana passada. Na cidade, a instituição é a única a parar em 100% as atividades. O movimento também deve ser seguido por educadores das escolas Alberto Pereira Lima e Geraldo Parreiras. A deflagração da greve dos professores da rede estadual de Minas Gerais começou na quinta-feira passada, dia 9.

O Sindicato Único dos Trabalhadores de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) decretou a greve após a falta de proposta do governo com relação ao cumprimento do acordo salarial estipulado entre os professores e o governador Fernando Pimentel (PT) em 2015.

Esse acordo estipulava três atualizações nos salários (2016, 2017 e 2018), além do pagamento de abonos, para que este ano a categoria equiparasse os vencimentos mínimos por uma jornada de 24 horas ao piso nacional aplicado no Brasil.

Além disso, o sindicato também questiona o parcelamento dos salários, do 13º salário, a ausência de repasses para o Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (IPSEMG), passivos da carreira, férias-prêmio para quem aposentou, entre outros problemas.

O secretário de Estado de Educação em exercício de Minas, Wieland Silberschneider, acredita que a negociação com a categoria será resolvida sem maiores tensionamentos ao longo dos próximos dias. Ele reconhece que as atualizações previstas no salário dos professores em 2017 e 2018 estão atrasadas, com base no acordo de 2015, mas afirma que a situação financeira do estado não permite que esse compromisso seja assumido este ano.

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