Projeto que prevê reajuste dos servidores será votado em definitivo nesta sexta

Antes de aprovação em primeiro turno do projeto que prevê o reajuste salarial, os servidores fizeram um ato de protesto na Câmara de Vereadores (Kátia Passos)

O projeto que prevê o reajuste salarial dos servidores públicos de João Monlevade será submetido novamente ao Plenário da Câmara de Vereadores, nesta sexta-feira (12), às 8h30, em reunião extraordinária. A matéria, que passou em primeiro turno ontem deve ser aprovada em definitivo. A matéria é de iniciativa da prefeita Simone Carvalho (PSDB) e prevê aumento de 5,38% nos salários. O índice foi rejeitado pela categoria.

A exemplo das semanas anteriores, na reunião da última quarta-feira, vários funcionários públicos foram à Câmara protestar. Amordaçados com faixas pretas e empunhando cartazes, os servidores fizeram uma manifestação silenciosa. Antes de votar o projeto, os discursos de parte dos vereadores foi pautado na falta de diálogo e negociação com a administração municipal.

Nessa semana, os servidores pediram intermediação dos vereadores para nova rodada de negociação da data-base. Eles fizeram três propostas à Prefeitura. Numa delas foi ratificada sugestão do juiz do trabalho Ronaldo Messeder, com proposta de 6,51% de reajuste salarial e aumento de R$ 35 no vale-alimentação. Na segunda opção apresentada consta reajuste de 5,38 % agora e mais 3,62% e R$ 70,00 de aumento no vale-alimentação para vigorar em outubro desse ano. A última proposta é a já negociação de 9% de reajuste e mais R$ 70,00 de aumento no vale-alimentação. Em ofício enviado aos vereadores na tarde de anteontem pela administração municipal nenhum acordo foi selado.

Os vereadores Sinval Dias, Guilherme Nasser (ambos do PSDB), Fábio da Prohetel (PP), Tonhão, Lelê do Fraga e Cláudio Cebolinha (ambos do PTB), Leles Pontes (PRB) e Vanderlei Miranda (PR) votaram favoráveis ao projeto. Já os petistas Gentil Bicalho e Belmar Diniz, junto dos colegas pedetistas Antônio de Paula Magalhães (Toninho Eletricista) e Thiago Araújo (Titó) e os peemedebistas Revetrie Teixeira e Carlos Roberto Lopez (pastor Carlinhos) foram contrários ao projeto da prefeita Simone.

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