Luiz Wagner Santos, usou a Tribuna Popular da Câmara de Vereadores de João Monlevade para denunciar que a quadra do bairro Nova Esperança foi trancada com cadeado por um empresário

O coordenador de Esportes da Associação Metodista de Assistência Social (Amas), Luiz Wagner Santos, usou a Tribuna Popular da Câmara de Vereadores de João Monlevade para denunciar que a quadra do bairro Nova Esperança foi trancada com cadeado por um empresário.  Com isso, crianças atendidas em projetos esportivos desenvolvidos pela Associação estariam proibidas de usar o local para as atividades.  A denuncio foi feita na tarde de ontem (28), durante a reunião ordinário do Legislativo.

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O empresário é dono de centenas de apartamentos que são construídos no bairro e como forma de compensação pelo impacto da obra e das novas moradias, teria que reformar a quadra do Nova Esperança.

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Ainda segundo relatos de Luiz Wagner, no final de semana o cadeado na entrada da quadra causou confusão e uma criança atendida pela Amas teria sido agredida. Um Boletim de Ocorrências sobre o fato chegou a ser registrado junto à Polícia Militar. “Um representante da empresa que constrói os apartamentos expulsou e agrediu uma criança que estava na quadra. Eles estão alegando que a quadra não é mais pública”, disse o coordenador que ressaltou a importância do uso da quadra para as atividades.

 “Somos uma Associação sem fins lucrativos e a única ajuda que recebemos é da igreja. Desenvolvemos trabalhos importantes de esporte  com as crianças e adolescentes. Precisamos de tranquilidade para fazer trabalho com eles no local, além de darmos uma satisfação aos pais que estão receosos em deixar os filhos voltarem ao projeto depois da confusão da semana passada”.

Diante do pedido de socorro da Amas, os vereadores manifestaram apoio ao coordenador. O presidente da Câmara, Djalma Bastos (PSD) comentou que o cadeado foi colocado na quadra para que as obras no local sejam finalizadas. Ele também determinou que a Comissão de Esportes e lazer verifique o caso. Do MDB, o vereador Revetrie Teixeira, tentou tranquilizar os membros da Amas que estavam presentes durante a reunião e disse que o poder público já havia retomado o poder da quadra, tendo inclusive determinado a retirada do cadeado da entrada do espaço.

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