Rede profissionalizante amplia escolas. Há vagas em Monlevade

Para o segundo semestre deste ano são oferecidas 39.520 vagas de cursos técnicos em 213 escolas. Em 2017, 115 novas instituições ingressaram na Rede

Os cursos de educação profissional oferecidos pela Rede seguem as orientações e diretrizes do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (Arquivo/SEE)

Técnico em informática, Administração, Recursos Humanos e Marketing são os cursos oferecidos pela escola estadual Doutor Geraldo Parreiras, em João Monlevade. A instituição integra a Rede Estadual de Educação Profissional (Rede) que oferta os cursos, a partir de agosto, aos estudantes do ensino médio da rede pública, da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e, também, às pessoas que já concluíram os estudos em qualquer rede de ensino.

São 320 vagas e os interessados deverão apresentar, no ato da inscrição, xerox dos documentos pessoais e comprovante de escolaridade. Os cursos e têm carga horária de cerca de mil horas.

No final de junho e início de julho, a Secretaria Estadual de Educação (SEE) publicará uma resolução especifica para designação de professores de Educação Básica que atuarão nas escolas que ofertam Educação Profissional Técnica de Nível Médio.

“Atendendo às demandas das comunidades e dos arranjos produtivos locais, as capacitações buscam contribuir para a profissionalização dos alunos e a inserção deles no mundo do trabalho”, explica o diretor de Educação Profissional da Secretaria de Estado de Educação (SEE), Rafael Moraes.

 

As escolas são selecionadas de acordo com alguns critérios. “Entre outros pontos, analisamos as demandas constantes no plano de atendimento anual, que é um instrumento utilizado pela SEE para subsidiar suas diversas ações; se a instituição possui o ensino médio e está localizada em uma região de fácil acesso; além do critério orçamentário, que ajuda a definir o número de vagas que podemos atender”, exemplifica o diretor.

Segundo Moraes, há uma diversidade de cursos, que vão desde a área de saúde e gestão até recursos naturais e processos industriais, e são escolhidos de acordo com a demanda de cada instituição.

“As escolas selecionam os cursos a partir do plano de atendimento anual, avaliando a demanda da comunidade escolar, os arranjos produtivos, ou seja, o que a região em que está localizada necessita, como mão de obra especializada. Além disso, avaliamos a infraestrutura de cada escola, como laboratórios, salas de informática, entre outros”, diz.

O diretor comenta os impactos diretos e indiretos da formação técnica. “A qualificação possibilita ao jovem uma maior facilidade de ingresso no mercado de trabalho, e, também, a possibilidade de continuar os estudos na respectiva área. Além disso, interfere na economia local, já que o município poderá contar com profissionais qualificados à disposição, e reduz as taxas de abandono no ensino médio, pois os cursos atraem e estimulam o aluno a continuar na escola”, afirma Moraes. O diploma do técnico só é entregue ao estudante após a conclusão do ensino médio.

Os planos, matrizes curriculares e ementas das disciplinas dos cursos técnicos da Rede estão disponíveis no link https://www.educacao.mg.gov.br/parceiro/educacao-profissional.

 

 

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