Bota-fora improvisado foi proibido pela prefeita Simone

Alça de caixão, pedaço de tampa de caixão e de lápides. Tudo isso foi descartado junto de terra e outros materiais numa área da Secretaria de Obras e Serviços Urbanos da Prefeitura de João Monlevade. Além do lixo de cemitério, no bota-fora improvisado é possível encontrar restos de materiais de construção, pneus e outros objetos. A situação preocupante foi denunciada pelo vereador Belmar Diniz (PT) durante reunião da última quarta-feira (5) da Câmara de João Monlevade.

O parlamentar alertou para a questão, já que o bota-fora do DVO [como é conhecido] vem sendo usado há algum tempo. Ele pontuou que o uso do espaço ocorre, principalmente, devido à dificuldade da Prefeitura conseguir uma área regulamentada para ser usada como bota-fora.

“É um paliativo porque a Prefeitura não tem área. Mas o que preocupa é que no fundo passa um córrego e eles estão jogando tudo lá. É muito lixo. A minha sugestão é que a Secretaria de Meio Ambiente e a Visa [Vigilância em Saúde] coordenem isso. Acredito que lá não tenha licença ambiental”, falou.

Após a denúncia, a prefeita de João Monlevade, Simone Carvalho Moreira (PSDB) proibiu que qualquer tipo de entulho seja despejado no bota-fora.

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