Sinval Dias chamou Belmar de maldoso e o culpou caso a secretária de Saúde deixe o cargo

Após a publicidade dos pombos encontrados dentro de caixas d´água no posto de saúde do bairro Novo Cruzeiro, em João Monlevade, a secretária de Saúde, Andréa Peixoto, teria cogitado deixar o cargo. A informação é do vereador Sinval Dias (PSDB), líder da prefeita Simone Moreira – do mesmo partido – na Câmara.

A afirmação de Sinval foi feita durante a reunião de ontem (25). Segundo o vereador, a secretária estaria mal com a situação por conta da exposição dos fatos. Sinval também culpou o petista Belmar Diniz pela exibição do problema. “Faltou respeito ao dizer que a água da caixa d´água do posto está mais podre que a saúde no município”, pontuou o vereador que chamou Diniz de covarde.

Belmar foi quem tornou público o fato de vários pombos e fezes dos animais terem sido encontrados em caixas d´água do posto médico. A situação é tratada pela administração municipal como um serviço de limpeza mal executado por um funcionário. Fato reafirmado pelo líder da prefeita que foi contundente em seu discurso. “Acredito que o local era de difícil acesso e, diante da dificuldade encontrada, o funcionário não fez a limpeza. Para a secretária, [André Peixoto], o funcionário teria dito ter feito a limpeza no local, o que não ocorreu”, falou Sinval que defendeu a punição dos culpados.

Antônio Carvalho (Lelê do Fraga) e Cláudio Domingues (ambos do PTB) endossaram o discurso de Sinval e também apontaram o funcionário público como o responsável pela má execução dos serviços de limpeza no posto e a contaminação da água pelos pombos mortos. Eles também frisaram que a denúncia partiu de pessoas que querem prejudicar a administração da prefeita Simone e classificaram o episódio como maldoso.

Já Thiago Araújo (Titó-PDT) e Vanderlei Miranda (PR), em discurso semelhante, demonstraram preocupação com o problema e sugeriram manutenção preventiva em todas unidades de saúde da cidade. Vanderlei pontuou ainda ser necessário solucionar o problema do posto do Novo Cruzeiro com agilidade devido ao grande número de pessoas atendidas no local – cerca de 12 mil/mês. Completando a fala dos colegas, Leles Pontes (PRB) lembrou a necessidade de vistoria também nas escolas, já que o problema também pode ocorrer nas instituições de ensino.

A Comissão de Saúde do Legislativo vai acompanhar o caso.

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