Separação das vacinas para a SMS Itabira

O segundo lote de vacinas contra o novo Coronavírus (Covid-19) foi entregue à Secretaria Municipal de Saúde (SMS) na manhã desta segunda-feira (1º). A remessa estava sob os cuidados da Gerência Regional de Saúde (GRS)/Itabira, que recebeu os imunizantes na semana passada e organizou o cronograma de repasse aos municípios. Estiveram na sede da GRS a coordenadora de Gestão em Saúde, Regina Célia Santiago; a superintendente de Vigilância em Saúde, Leandra Barcelos Figueiredo; e a diretora de Vigilância Epidemiológica, Karine Chaves Cabral.

Nesta etapa, receberão a primeira dose da vacina os trabalhadores da linha de frente dos seguintes locais: 32 unidades do Programa Saúde da Família (PSF), Centro de Especialidades Odontológicas (CEO), Pronto-Socorro Odontológico, Policlínica Municipal, Centro de Reabilitação, Farmácia Central e Farmácia Popular, Centro de Atenção Psicossocial (Caps) e Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (Capsad). Para atendimento a este público, foram recebidas 1.030 doses do laboratório AstraZeneca/Oxford e 1.419 do CoronaVac (Instituto Butantan/Sinovac), totalizando 2.449 doses.

Ao término do abastecimento das caixas, o veículo contendo os imunizantes foi escoltado pela Polícia Militar. A SMS ressalta que segue as orientações fornecidas pelo Ministério da Saúde e pela Secretaria de Estado de Saúde quanto aos grupos prioritários que devem ser vacinados. As pessoas que são imunizadas com a CoronaVac recebem a segunda dose de 15 a 30 dias após a aplicação; quem é imunizado com a dose produzida pela AstraZeneca/Oxford recebe a segunda dose após três meses.

Em tempo


Nesta segunda-feira, também foram destinadas à SMS 1 mil unidades da CoronaVac para aplicação da segunda dose nas pessoas abrangidas pelo primeiro lote de vacinas: profissionais da saúde (linha de frente do Hospital Municipal Carlos Chagas, Hospital Nossa Senhora das Dores, Pronto-Socorro Municipal, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – Samu); funcionários do Lar de Ozanam e das duas Casas Lares existentes na cidade; além de jovens institucionalizados acima de 18 anos que possuem comorbidades e moram nestas instituições de longa permanência.

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